quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ORAÇÃO MISSIONÁRIA A MARIA
Que Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe,
Senhora da Anunciação e da Saudação,
vele por nós,
nos molde no seu jeito maternal e evangelizador,
e abençoe os nossos trabalhos e propósitos.
Senhora da Anunciação,
que corres ligeira sobre os montes,
vela por nós, fica à nossa beira.
É bom ter a esperança como companheira.
Contigo rezamos ao Senhor:
Dá-nos, Senhor,
um coração sensível e fraterno,
capaz de escutar e de recomeçar.
Mantém-nos reunidos, Senhor,
à volta do pão e da palavra.
Ajuda-nos a discernir os rumos a seguir
nos caminhos sinuosos deste tempo,
por Ti semeado e por Ti redimido.
Ensina-nos a tornar a tua Igreja
toda missionária,
e a fazer de cada paróquia, que é a Igreja
a residir no meio das casas
dos teus filhos e filhas,
uma Casa grande, aberta e feliz,
átrio de fraternidade,
de onde se possa sempre ver o céu,
e o céu nos possa sempre ver a nós.
(Da Carta Pastoral CEP
Rosto Missionário da Igreja, Junho 2010)
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS 2011
Senhor, faz-me instrumento da tua paz
Faz-me instrumento de tua paz.
Onde houver ódio que eu leve o teu amor,
Onde houver injúria, que eu leve o teu perdão, Senhor.
Onde houver dúvida, que eu leve a verdadeira fé em ti.
Ó Mestre, faz com que eu nunca busque
Ser consolado mais do que consolar,
Ser compreendido mais do que compreender,
Ser amado mas do que amar com toda a minha alma.
Faz-me um instrumento da tua paz.
Onde houver desespero na vida, que eu leve a esperança;
Onde houver escuridão, que eu leve só luz;
E onde houver tristeza, que eu leve sempre alegria.
Faz-me um instrumento da tua paz.
É perdoando que somos perdoados.
É dando a todos que recebemos
E é morrendo que nascemos para a vida eterna.
(oração atribuída a São Francisco)
Fonte: www.vatican.va
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
REPENSAR JUNTOS A PASTORAL DA IGREJA EM PORTUGAL
Apresentação
A Conferência Episcopal Portuguesa decidiu promover um caminho para “repensar a pastoral da Igreja em Portugal”, de modo a adequá-la melhor ao mandato recebido de Jesus e às circunstâncias actuais. Como ponto de partida, foi elaborado o documento “Formação para a missão – formação na missão”. Nele se aponta este objectivo: “encontrar uma compreensão comum a todas as Igrejas de Portugal dos caminhos da missão e enunciar prioridades de opções e dinâmicas de acção com as quais todas as Dioceses se comprometam”. E refere-se como método a leitura dos “sinais dos tempos”, segundo a perspectiva do Concílio Vaticano II (cf. GS 4 e 11).
O presente instrumento de trabalho dá continuidade prática ao citado documento, que indica: “Temos todos de perscrutar o Espírito, para na autenticidade do que somos, merecermos o futuro que Deus quer e nos dará”. Daí a oração que deve marcar e inspirar este esforço eclesial: “Ensinai-nos, Senhor, o vosso caminho e caminharemos na verdade. Dirigi a vossa Igreja em Portugal, para que honre e testemunhe o vosso Nome” (cf. Sl 86,11).
Neste esforço para repensar a pastoral, pretende-se envolver num caminho sinodal, em comunhão e colaboração, a nível diocesano e nacional, os múltiplos agentes pastorais (bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, movimentos, associações de fiéis e outras obras eclesiais). Assim, o itinerário percorrerá várias etapas, como se dirá mais abaixo. Não de trata de realizar um sínodo nacional mas tão só adoptar o espírito e o estilo sinodal.
O método com o qual se começa é o discernimento pastoral. Trata-se de um processo de observação, análise e perscrutação dos sinais de Deus na realidade da vida da Sociedade e da Igreja. Em termos paulinos, procura-se “discernir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que lhe é agradável, o que é perfeito”, em ordem a determinar o caminho e os modos de a Igreja em Portugal cumprir de modo mais frutuoso a sua missão. Este processo, conduzido na atenção e docilidade ao Espírito Santo, requer previamente da parte de todos os que nele se envolvam a disponibilidade para se deixar “transformar, adquirindo uma nova mentalidade” (cf. Rm 12,2).
Neste caminho eclesial, procura-se atingir os seguintes objectivos específicos:
Chegar à consciência clara do que realmente move a Igreja na acção pastoral e à convicção de que sem uma confiança firme e a comunhão profunda com Cristo e em Cristo nada se pode fazer (cf. Jo 15,5). Discernir os sinais de Deus na sociedade actual, como apelos e luz que permite à Igreja vislumbrar o horizonte para o qual se deve orientar. Identificar e acolher a ajuda actual de Deus, com a qual abre à Igreja novos caminhos ou possibilidades inovadoras em ordem à sua missão pastoral.
I. Itinerário sinodal proposto
Para pôr em andamento este processo, propõe-se a todos os pastores das dioceses e aos dirigentes e responsáveis das variadas expressões da Igreja em Portugal a prática da comunhão e da colaboração eclesial em ordem à identificação das linhas comuns de acção pastoral. Elas não porão em causa o caminho e as legítimas opções de cada diocese ou organismo eclesial mas deverão inspirá-las e constituir o horizonte comum de referência.
Mediante o trabalho de discernimento pastoral, à luz do Evangelho e na atenção e docilidade ao Espírito, procuramos identificar progressivamente o caminho por onde ir e as prioridades a assumir, sabendo que não deixaremos cair os esforços habituais, mas colocamos o empenho principal nos novos caminhos...
Para essa caminhada, propomos os seguintes passos:
1. A Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) aprecia a presente proposta e instrumento de trabalho, apresentado pelo grupo promotor representativo das Dioceses e outras instâncias eclesiais em ordem a lançar a dinâmica da procura e do discernimento pastoral. Sendo aprovado, torna-o público para se pôr em prática. (Abril de 2010)
2. Nas Jornadas Pastorais do Episcopado, a CEP começa o processo de “repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal”, revendo experiências e ouvindo o contributo de peritos em teologia e pastoral e de figuras da sociedade civil e da cultura. (Junho de 2010)
3. Durante vários meses, nas Dioceses (conselhos pastorais ou outras instâncias), nas conferências ou direcções nacionais dos institutos de vida consagrada e dos movimentos e associações de fiéis far-se-á o trabalho de discernimento pastoral, conforme se propõe mais adiante. (Julho de 2010 a Março de 2011)
4. Depois, o resultado deste trabalho, com os vários contributos diocesanos e nacionais, é recolhido e sintetizado no Gabinete de Estudos pastorais da CEP. (Abril de 2011)
5. As conclusões recolhidas são depois reflectidas pelo grupo representativo das dioceses, congregações e movimentos. O resultado final será entregue à CEP. (Maio de 2011)
6. Nas jornadas pastorais, estudam-se as formas de pôr em prática as orientações comuns nas Diocese e nas diferentes instâncias da Igreja. (Jornadas Pastorais do Episcopado, Junho de 2011)
7. A CEP define as orientações pastorais comuns para a Igreja em Portugal. (Assembleia Plenária, Novembro de 2011)
8. Três anos depois (2014), pelos meios julgados oportunos, a CEP avaliará o caminho pastoral feito e os seus frutos, e, se assim o entender, definirá a sua continuidade.
II. Proposta para o discernimento pastoral (instrumento de reflexão)
1. Traços da situação actual
No Concílio Vaticano II, a Igreja reviu-se nas palavras de S. João (1 Jo 1, 2-3), nas quais declara que os apóstolos e toda a comunidade dos cristãos viviam em comunhão com Deus e com Seu Filho Jesus Cristo e deseja que os destinatários da sua carta pudessem também viver em comunhão com e como eles (cf. DV 1). Por esta comunhão com e em Deus, que é amor, a Igreja torna‑se “o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano” (LG 1).
Todavia, a incarnação desta comunhão na vida e missão da Igreja em Portugal encontra dificuldades e resistências várias, que entravam o testemunho do Evangelho na sociedade e o serviço espiritual aos homens. A Igreja – nas suas múltiplas dioceses, congregações religiosas, movimentos, novas comunidades, associações de fiéis – vive dispersa em inúmeras actividades, encontros, jornadas, congressos, instituições... que parecem não ter ligação entre si nem dar aquela vitalidade e inovação significativa na vida dos cristãos, nem irradiar sinais de esperança na sociedade em que vivemos. Há nela muitas instituições sociais, meios de comunicação social, instituições de ensino e assistência... mas parecem ficar no seu âmbito próprio, sem serem vistas e reconhecidas, e nem elas mesmas parecem sentir-se e agir como membros diferenciados de um só corpo, a Igreja. As cartas, notas, mensagens e outros documentos pastorais da Conferência Episcopal têm algum impacto no momento em que são publicados, mas depois são esquecidos, não chegando a dar os frutos desejados. O processo de catequese, sobretudo na infância e adolescência, foi recentemente renovado e alargado, mas observa-se que, a não ser numa pequena percentagem, acaba por não gerar cristãos vivos e empenhados. Por outro lado, no que se refere aos jovens e aos adultos, não se têm conseguido grandes avanços na formação sólida da fé de modo a acompanhar os diferentes momentos da vida das pessoas. Que falta?
Ao mesmo tempo que se nota decréscimo em vários aspectos na Igreja em Portugal, também há sinais novos. Mencionamos alguns, a título de exemplo, para que se descubram outros: na sequência do sopro conciliar do Espírito, a vida da Igreja e dos cristãos tornou-se mais simples e fraterna, desenvolveu-se bastante a participação laical, quer no interior das comunidades cristãs quer mesmo nalgumas causas (solidariedade em causas emergentes, defesa da vida, afirmação da família constituída por um homem e uma mulher unidos pelo casamento...), apareceram ou cresceram significativamente novos movimentos, comunidades e associações de fiéis, com propostas inovadoras de evangelização, de vida comunitária e de testemunho da fé no mundo... Não será, através destes sinais, que o Espírito Santo nos indica o caminho?
Vivemos, na Europa e também em Portugal, numa sociedade cada vez mais secularizada e, por vezes, secularista, abafando ou denegrindo o valor e a influência pessoal e social da religião, da fé cristã e da Igreja. Conforme a palavra de Deus proclamada pelo profeta, pode dizer-se que as pessoas escolheram confiar no homem e contar somente com a força humana, “afastando o seu coração do Senhor” (Jer 17, 5). Ao mesmo tempo, há sinais evidentes de que persistem nos corações humanos os anseios pela espiritualidade e pela comunhão com o mistério divino. E percebe-se o desafio à Igreja de saber comunicar o Evangelho de modo atractivo como “palavra que dá vida” e “vida em abundância”, e de fazer propostas cativantes que possibilitem matar a sede a quem procura saciar as inquietações do seu espírito pela comunhão com Deus.
Toda esta mudança social e cultural e a diminuição da relevância da Igreja constituem um apelo a todos os seus membros, para sermos, como escreveu João Paulo II, “mais humildes e vigilantes na nossa adesão ao Evangelho” (NMI 6). A Igreja em Portugal é assim chamada a viver em atitude de serviço generoso e a ser fermento pela autenticidade das suas propostas e do seu testemunho. Diz alguém: “O mundo é de quem o ama e sabe melhor prová-lo”.
2. Três aspectos para uma “nova maneira de ser Igreja”
Analisando a situação da Igreja em Portugal, nos seus múltiplos membros e actividades, e as circunstâncias sociais e culturais do nosso povo, parecem emergir três questões cuja resposta pode indicar o caminho para as prioridades da acção pastoral. São elas: a exigência da formação cristã, para sermos melhores fiéis e darmos testemunho do Evangelho; o empenho criativo, ardente e frutuoso na nova evangelização, com um modo cristão e eclesial novo de estar e agir no mundo; a reorganização das comunidades cristãs, que passa pela descoberta de novas formas de exercício do ministério sacerdotal e a implementação da diversidade de ministérios eclesiais.
Estas possíveis linhas comuns de acção pastoral deverão ser confirmadas ou eventualmente alteradas, após o processo de discernimento pastoral. Através dele, somos convidados a acolher o mesmo convite que o Espírito disse ao vidente do Apocalipse, quando lhe apresentou o retrato das Igrejas da Ásia Menor (Ap 2-3): trata-se de dar ouvidos ao que o Espírito hoje diz às Igrejas que estão em Portugal (cf. Ap 2, 7.11.17, etc.). Na observação, escuta e discernimento do caminho a seguir, não podemos deixar de atender à recomendação do apóstolo Paulo: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo, guardai o que é bom” (1 Ts 5, 19-21).
3. Questões para o discernimento pastoral
Neste caminho sinodal, procuramos fazer um discernimento em profundidade, identificando os sinais, a luz e a voz do Espírito. A Igreja em Portugal, através dos seus múltiplos responsáveis, é chamada a deixar-se interpelar e a tomar consciência de si mesma e das convicções que a movem, examinando se vive realmente o Evangelho de Jesus Cristo e se está a corresponder aos seus apelos.
Apontam-se duas grandes questões para o discernimento: uma sobre a leitura de fé dos sinais de Deus na sociedade e outra sobre os sinais e indicadores do Espírito Santo na própria vida da Igreja. As respostas deverão ser recolhidas e remetidas ao Secretariado da Conferência Episcopal.
Igreja em Portugal, “que vês na noite” da sociedade em que vives (cf. Is 21, 11)? Quais os sinais de Deus e os desafios para a tua missão? O que verdadeiramente precisam as pessoas de hoje, a nível espiritual e humano, e o que podes tu oferecer-lhes?
Igreja em Portugal, que indicações ou rumores do Espírito encontras hoje em ti (experiências, carismas, dinamismos existentes...) a apontar‑te o estilo de vida cristã e a “nova maneira de ser Igreja” adequada aos tempos de hoje? Que caminhos pastorais te assinalam os sinais e os dons do Espírito para viveres e testemunhares o Evangelho de Cristo?
4. Leituras de apoio a este itinerário de renovação pastoral
Para além dos textos base (desde a Sagrada Escritura ao Concílio Vaticano II…), destacamos: – Exortação Apostólica pós-sinodal «Ecclesia in Europa» de João Paulo II, 2003; Carta Apostólica «Novo Millennio Ineunte» de João Paulo II, 2001; Papa Bento XVI em Portugal – Discursos, homilias e saudações, 2010; Servidores da Alegria, Cardeal Walter Kasper, 2009...
Documento aprovado na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa
Fátima, 14 de Abril de 2010
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Adoração Eucarística de Janeiro
«Viemos do Oriente adorar o Rei»
Quarta - feira, 5 de Janeiro de 2011
Convento do carmo de viana do castelo
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
«Uma Estranha Luz»
Havia, no meio de um bosque, uma aldeia onde aconteceu algo de estranho que a todos maravilhou. Numa noite de intenso nevoeiro, em que não se via o chão que se pisava, chegou um caminhante a dizer que uma estranha luz tinha ido adiante dele, indicando-lhe o caminho para não se perder.
Uma noite, voltou a acontecer o mesmo. Uma jovem tinha-se perdido enquanto andava á lenha no bosque e não encontrava o caminho do regresso. De repente, viu uma pequena luz que se movia adiante dela. Seguiu-a e, graças a ela, conseguiu regressar à aldeia.
As pessoas não sabiam que pensar de tudo isto. Uns diziam que tudo era fruto da imaginação. Outros diziam que era bruxaria. Alguns deslocaram-se ao bosque e procuraram, mas não encontraram nada. Mas, fosse o que fosse, não havia dúvida que aquela estranha luz não era perigosa.
Num frio dia de Inverno caiu de repente uma tempestade de neve tão grande que deixou a aldeia incomunicável.
Uma criança, que era pastora, ficou bloqueada na montanha. Por mais esforços que fizessem para ir buscar, foi impossível. A neve estava tão alta, que não se podia dar um passo sem se ficar enterrado até à cintura. Caiu a noite e todos temiam que a criança morresse de frio.
Na manhã seguinte, quando a neve estava mais sólida, toda a aldeia foi à sua procura. Depois de muito buscar, encontraram-na enrolada e adormecida no buraco de uma velha árvore. Era um milagre o facto de não ter morrido congelada.
Quando a criança acordou, contou uma história incrível. Disse – lhes que uma misteriosa luz a tinha guiado até ao buraco da árvore, para que se refugiasse no interior. E ali descobriu que aquela luz não era senão um pequeno pirilampo. Ele ficou ali toda a noite dando-lhe com a sua luz um calor tão agradável que adormeceu.
Todos ficaram assombrados com o que ouviram. Então procuraram o pirilampo no buraco da árvore, mas infelizmente encontraram-no morto a um canto. Tinha gasto toda a sua maravilhosa energia para salvar a criança.
Pegaram no pequeno pirilampo e levaram-no para a praça da aldeia, onde lhe ergueram um monumento. Actualmente, quem visita a aldeia pode encontrar ali uma luz sempre a brilhar e uma placa onde se pode ler: «A um pirilampo que utilizou a sua luz para fazer o bem entre nós».
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Solenidade de Nosso Pai S. João Da Cruz
Ladainha de São João da Cruz
Senhor tende piedade de nós
Cristo tende piedade de nós
Senhor tende piedade de nós
Jesus Cristo, ouvi-nos
Jesus Cristo, atendei-nos
Pai do Céu que sois Deus, tende piedade de nós
Filho redentor do mundo que sois Deus, tende piedade de nós
Espírito Santo que sois Deus, tende piedade de nós
Trindade Santíssima que sois um só Deus, tende piedade de nós
Santa Maria Rogai por nós
Filha eleita do Pai Rogai por nós
Maravilha do Espírito Santo Rogai por nós
Mãe do Verbo Incarnado
Graciosa Mãe de Deus
Senhora da Capa Branca
Videira florida
Estrela dos Mares
Flor do Monte Carmelo
Santos Anjos de Deus
Santos Patriarcas e Profetas
Santos Apóstolos e Discípulos do Senhor
Santos Mártires e Confessores
Santos Pastores e Doutores
Santos Consagrados a Deus
Santos Leigos
São João Evangelista
Santo Inácio de Antioquia
Nossa Mãe Santa Teresa de Jesus
Nosso Pai São João da Cruz
Fundador, Amigo e Irmão
Apaixonado pelo Abraço inefável da Trindade
Guiado pela mão dadivosa do Pai
Tocado pelo Verbo de Deus
Inundado pela sabedoria do Espírito Santo
Amigo do Amado
Amigo de Cristo
Pastorzinho ferido pelo amor de Cristo
Retrato vivo de Cristo
Enamorado de Deus
Conhecedor dos segredos divinos
Contemplativo das margaridas divinas
Trovador de Maria
Modelo da Igreja orante
Alma de oração
Contemplativo ardoroso
Apóstolo infatigável
Intercessor poderoso
Mensageiro do Amor
Alma enamorada de Deus e dos Irmãos
Príncipe dos poetas de Deus
Águia das alturas celestes
Pássaro solitário
Arquivo divino
Doutor místico
Doutor da Fé, Esperança e Caridade
Profeta do Tudo e dos nadas
Alpinista de Deus
Mestre da Escada mística
Companheiro na subida
Mestre da subida ao Monte Carmelo
Peregrino das noites escuras e luminosas
Sentinela na Noite Escura
Guia na Noite Escura
Luz que ilumina a Noite
Cantor da formosura de Deus
Rouxinol do Espírito Santo
Cisne que canta suavemente
Coração em Chama viva
Alma inflamada de amor
Sedento da Fonte divina
Santo dos Ditos de luz e amor
Mestre de mestres
Mestre de S. Teresinha
Guia de S. Teresa Benedita da Cruz
Atraído pelo infinito
Coração de missionário
Caminhante infatigável
Amigo verdadeiro
Amigo dos pobres
Saúde para os doentes
Farol para os que sofrem
Homem forte
Homem manso e suave
Homem celestial e divino
Glória da humanidade
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós Senhor
Rogai por nós, Santo Pai João da Cruz; para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos
Oremos
Senhor nosso Deus, que fizestes de São João da Cruz, nosso pai, um mestre espiritual para toda a Igreja, fazei que seguindo o seu exemplo e doutrina na subida do Monte Carmelo, pela senda da fé, esperança e caridade, iluminados na Noite Escura pela Chama Viva do vosso amor, consigamos a perfeita liberdade dos vossos filhos, para entoarmos um dia o Cântico Espiritual que para sempre ressoa na vossa Casa celeste. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus conVosco na unidade do Espírito Santo. Amen.
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
DEGRAUS DA COROA DE SÃO JOÃO DA CRUZ X
Décimo degrau
Este degrau já não é desta vida. Os que alcançam este último degrau da Escada secreta do amor saem do corpo e, sem passar pelo Purgatório, unem-se a Deus no Céu; isto é, assemelham-se totalmente a Deus. Vêem-no face a face e o possuem-n’O. Aqui já nada há de escondido para a alma, antes vê a Deus numa clara visão, pois, por participação são semelhantes a Ele. Ela é semelhante a Ele.
Senhor Deus, Amado meu, se quereis ser-me eternamente agradável como é desejo vosso, concedei-me a graça de por todo o sempre e até ao fim dos tempos, interceder junto da vossa majestade por todos os meus irmãos e irmãs que se encontram realizando a sua subida ao Monte Carmelo.
Glória ao Pai (3 vezes). Avé Maria. Santo Pai João da Cruz, rogai por nós.
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
DEGRAUS DA COROA DE SÃO JOÃO DA CRUZ IX
Nono degrau
Neste degrau a alma arde suave e deleitosamente no amor de Deus, pois o Espírito Santo faz com que saboreie interiormente os bens e riquezas de Deus. O que a alma goza neste grau é indizível e o que possa ser dito fica muito áquem da realidade. Este é o grau mais elevado que se pode alcançar na terra, pois a alma que chega a este degrau sente o que sentiram os Apóstolos no dia de Pentecostes.
Senhor, que o vosso Espírito Santo inunde o meu coração e a viva Chama de amor me inflame, a fim de quem me veja a Vós veja; que quem me ouça a Vós oiça; que quem me veja a Vós veja. Ah! Senhor, a minha alma não quer ficar inactiva, antes sem descansar irei por todo o mundo anunciar o vosso amor.
Glória ao Pai (3 vezes). Avé Maria. Santo Pai João da Cruz, rogai por nós.
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
domingo, 12 de dezembro de 2010
DEGRAUS DA COROA DE SÃO JOÃO DA CRUZ VIII
Oitavo degrau
A alma une-se a Deus e d’Ele jamais se separará. Esta união de amor não é contínua, pois nesta vida não se alcança a glória de Deus. Por essa razão a alma descansa muito pouco neste degrau.
Senhor meu Deus, Amado meu, já que sou vosso quero amar o que amais, sofrer com o que sofreis, ocupar-me no que Vos ocupais. Quero inclinar-me ao mais difícil e custoso, ficar silencioso e calado mesmo que injustiçado. Quero o meu coração semelhante ao vosso, porque quero amar com o vosso amor, sofrer como sofreis e amar a quem amais.
Glória ao Pai (3 vezes). Avé Maria. Santo Pai João da Cruz, rogai por nós.
in Coroa de São João da Cruz (A Mística Escada) | Carmo de Aveiro | Frei João Costa e Frei Silvino | 2004
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